terça-feira, 12 de novembro de 2013

A Última Resposta - Isaac Asimov

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Murray Templeton tinha 45 anos de idade; estava na plenitude de sua vida e com todas as partes do
seu corpo funcionando com perfeição... exceto alguns trechos vitais de suas artérias coronárias.
Isso no entanto, foi o suficiente. A dor veio repentinamente, chegou a um ponto insuportável e, aos
poucos, foi diminuindo. Ele podia sentir a respiração parando. Uma deliciosa sensação de paz o inundou.
Não há nada mais agradável do que a ausência de dor - imediatamente depois da dor. Ele sentiu uma
alegria vertiginosa, como se tivesse levitado e estivesse pairando no ar.



Abriu os olhos e percebeu, com uma discreta alegria, que os outros ainda estavam agitados. Estava no
laboratório quando a dor o abateu sem nenhum aviso; ao cambalear ouviu os outros gritando surpresos.
Depois tudo deu lugar a uma agonia avassaladora.
Agora que a dor tinha passado os outros ainda estavam inquietos, ansiosos e reunidos em torno do seu
corpo caído...
Repentinamente, ele percebeu que estava olhando a cena, lá do alto. Seu corpo estava lá embaixo,
estirado no chão, com o rosto contorcido. Ele estava aqui em cima, observando em paz.
Pensou: milagre dos milagres! As besteiras sobre a vida eterna estavam certas.



Continue lendo o conto.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Você tem mais chances de morrer no seu aniversário

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Um estudo realizado na Universidade de Zurich e publicado nos Anais de Epidemiologia indicou que você tem muito mais chances de morrer no dia do seu aniversário. Os resultados da pesquisa que analisou mais de 2 milhões de pessoas com mais de 40 anos mostrou que as chances de um ataque do coração são 18.6% maiores, o risco de derrames sobem 21.5%, o risco de suicídios sobe em 34.9% e o aumento nas mortes por conta de quedas é de 44% a mais. Feliz aniversário!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Estamos sozinhos no universo?

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Recentemente nos deparamos com notícias quase frequentes sobre planetas encontrados com o tamanho da Terra ou que se encontram em uma distância dentro da zona habitável em relação à estrela do sistema.

A pergunta que fica é: porque ainda não recebemos qualquer tipo de sinal?

Passamos para uma segunda pergunta, para tentar achar uma resposta da primeira: Será que estamos sozinhos no universo?



Há uma equação que tenta resolver esta dúvida, a equação de Drake de 1961. Ela busca, através da multiplicação de frações de certas incógnitas, encontrar um número de civilizações avançadas. A equação se resume basicamente à:

nº de estrelas em nossa galáxia * fração de estrelas que formam planetas * média de planetas formados que se situam dentro da zona habitável * fração destes planetas que geram vida * fração desta vida que é inteligente * fração desta vida inteligente que cria sinal interestelar * o tempo médio de vida de uma civilização inteligente capaz de comunicação interestelar
Novas descobertas dos satélites apontam que o número de planetas propícios à vida seja razoavelmente grande. Então porque, ainda não encontramos ninguém?

Carl Sagan (entre outros) acreditava que a resposta pode ser encontrada na última variável da equação de Drake, "o tempo médio de vida de uma civilização inteligente capaz de comunicação interestelar". Infelizmente, esta conclusão nos leva a crer que civilizações inteligentes têm o hábito de se auto-destruirem. Agora podemos fazer um exercício interessante, olhar para a única civilização inteligente capaz de comunicação interestelar e analisar seu tempo de vida e o que ela têm feito para se auto-preservar.

A Beleza da Matemática

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Beauty of Mathematics